É impossível, impossível.
É imprevisível, imprevisível.
É frágil, frágil.
É sagaz, sagaz.
É audaz, audaz.
É cuidadoso, cuidadoso.
É poderoso, poderoso.
É forte, forte.
É feliz, feliz.
É amigável, amigável.
É envolvente, envolvente.
É triste, triste.
É carente, carente.
É, sobretudo, confuso e confuso e muito mais confuso ainda.
É isso tudo.
Mas o que seria tão conturbado?
Tão perdido?
Tão atodoado?

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